Produção bibliográfica

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M PERIÓDICOS

 

BACKES, Luciana; SCHLEMMER, Eliane ; RATTO, Cleber Gibbon . A convivência de natureza digital virtual nas tribos: formação na perspectiva do hibridismo tecnológico digital. REVISTA IBERO-AMERICANA DE ESTUDOS EM EDUCAÇÃO, v. 12, p. 1194-1216, 2017.

Resumo: O artigo aborda a formação do educador por meio das tecnologias digitais (TD) emergentes, compreendidas como espaços de convivência. A problemática contempla dois aspectos: o contexto do hibridismo tecnológico digital e a constituição da convivência de natureza digital virtual, nos cursos de formação inicial do educador, desenvolvidos no Brasil e na França. Os dados empíricos resultaram do processo de interação e representação dos conhecimentos nas atividades propostas e foram submetidos à metodologia de análise de conteúdo. Os resultados evidenciam a constituição da convivência de natureza digital virtual por meio: das relações de emocionar, a estética que funda a “tribo”; do “estar-junto” no cotidiano; das relações dialógicas nos processos de interação; do acoplamento estrutural na convivência.

 

ROSA, G. S da ; BACKES, Luciana . A monitoria e a educação digital: Reflexões sobre a formação docente. Educação e Cultura Contemporânea, v. 13, p. 202-220, 2016.

Resumo: O trabalho apresenta os resultados de uma pesquisa que teve como objetivo analisar as atividades de monitoria, realizadas no Programa de Aprendizagem (PA) Ensino e Aprendizagem no Mundo Digital, ofertado na modalidade a distância, a fim de evidenciar as contribuições na formação em Pedagogia. Trata-se de um estudo exploratório, de natureza qualitativa, para discutir a problemática: de que forma as atividades de monitoria podem contribuir para a emancipação digital do pedagogo em formação? Para desenvolver este estudo foram realizadas pesquisas bibliográficas, documental e entrevistas semi-estruturadas com as monitoras do Programa de Aprendizagem, oriundas do curso de Pedagogia. Através da análise dos dados, verificou-se que alunas monitoras tiveram mudanças nas formas de pensar e agir em suas práticas pedagógicas após terem exercido a função de monitora, o que causou de certa forma uma ruptura de paradigma e humanização dos processos educativos, integrando pedagogicamente essa atividade e tecnologia na própria formação, nos planos de pesquisa e nas reflexões sobre os processos de aprendizagem.

 

SCHLEMMER, Eliane ; BACKES, Luciana ; ROCCA, F. L. . L?Espace de coexistence hybride, multimodal, pervasif et ubiquitaire: le quotidien de l?éducation à la citoyenneté. EDUCACAO UNISINOS (ONLINE), v. 20, p. 299-308, 2016.

Résumé: Ce travail vise à savoir comment les espaces de coexistence hybrides, multimodaux, pervasifs et ubiquitaires peuvent contribuer au quotidien de l’éducation émancipatoire et citoyenne. L’hybridation sous-entend plusieurs matrices, des mélanges de nature et de culture dans les actions et les interactions entre différents acteurs humains et non-humains, par le biais de présences plurielles légitimées. La multimodalité possède un caractère de continuité et de prolongement dans le temps et dans l’espace, elle permet le processus d’enseignement et d’apprentissage dans les modalités présentielle et en ligne. Cette construction nous montre que l’hybridisme, la multimodalité, la pervasivité et l’ubiquité favorisent la configuration d’espaces de coexistence qui légitiment les enseignants, les étudiants et les espaces de l’école dans des processus d’enseignement et d’apprentissage en lien avec la ville et ses socialités, sous la perspective de l’émancipation et de la citoyenneté.

 

CHITOLINA, R. F. ; NORONHA, F. P. T ; BACKES, Luciana . A Robótica Educacional como tecnologia potencializadora da aprendizagem: das ciências da natureza às ciências da computação. EDUCACAO, FORMACAO & TECNOLOGIAS, v. 9, p. 56-65, 2016.

Resumo: Este artigo tem como objetivo analisar a contribuição da robótica educacional na construção de conhecimentos de estudantes de duas turmas de níveis distintos – uma turma de Educação Básica e uma turma de Ensino Superior de duas instituições de ensino do Rio Grande do Sul. O presente estudo, de abordagem qualitativa e natureza aplicada, teve como objetivo explicar as contribuições do uso da robótica educativa para a construção de conhecimentos em áreas distintas: Física e Programação. A análise dos dados permite afirmar que o emprego da robótica educacional proporcionou aos estudantes tanto do Ensino Fundamental, como do Ensino Superior, articularem o campo teórico e o campo prático e, portanto, vivenciarem o conhecimento de uma forma mais concreta e significativa para a aprendizagem. A proposta de trabalho traz um forte apelo de interação que faz com que o estudante aprenda a trabalhar em grupo e desenvolva processos importantes como a cooperação e a colaboração entre os pares.

 

BACKES, Luciana; MANTOVANI, A. M. . A formação do educador no contexto do hibridismo tecnológico digital. Revista Diálogo Educacional (PUCPR. Impresso), v. 15, p. 557, 2015.

Resumo: Este artigo apresenta reflexões decorrentes de processos de formação de educadores desenvolvidos por meio da construção de metaversos, no contexto do hibridismo tecnológico digital. Nosso objetivo consiste em refletir sobre o processo de autonomia, por meio de diferentes pesquisas por nós realizadas. Essas investigações, de caráter qualitativo, foram realizadas em universidades, por meio da metodologia de estudo de caso. Como fundamentação teórica optamos pelo arcabouço da biologia do conhecer, que contribui para a compreensão dos seres vivos (seres humanos) enquanto seres autônomos e autopoiéticos e nos permite ampliar esses conceitos, assim como avançar na compreensão das tecnologias digitais (TD) enquanto espaços digitais virtuais para a convivência, ou seja, para a constituição de redes sociais. O desenvolvimento dessas investigações ocorreu no viver e no conviver de educadores em formação, por meio de redes de interações, nas quais foi possível evidenciar três momentos: autonomia individual, autopoiese e autonomia social. Constatamos que esses três momentos estão relacionados de maneira complexa, e não hierárquica ou linear. A autonomia individual, a autopoiese e a autonomia social são desenvolvidas de acordo com as particularidades do grupo de pessoas que interagem, as perturbações em questão e o desenvolvimento ontogênico dos seres humanos.

 

RATTO, C. G. ; BACKES, Luciana. Notas sobre ambiente, saúde e educação: contribuições pós-metafísicas. Revista Eletrônica do Mestrado em Educação Ambiental, v. Especial, p. 165-184, 2015.

Resumo: Partindo de uma análise das condições culturais contemporâneas, notadamente marcadas pela fragmentação dos saberes, desengajamento político e vazio dos projetos existenciais coletivos – marcas do capitalismo globalizado – o texto discute a validade do sentido de confiança como dispositivo ético de passagem do sentimento de vazio à existência criativa e da vida urbana como clichê à imaginação. Está apresentado na forma de três blocos de notas, a saber: Confiança e subjetividade que recoloca o ambiente como condição ontológica de constituição do humano enquanto instância imaginativa e de criação; Do público ao coletivo em saúde onde são apontadas as condições para a passagem de um projeto de normalização biopolítica à construção da saúde como bem coletivo e valorização da normatividade e; Educação ético-estética no qual se pauta a discussão sobre as possiblidades da educação como dispositivo de desmonte dos clichês existenciais contemporâneos e abertura para afirmação da singularidade. Em última análise, o artigo explora a sintonia entre o paradigma psicanalítico de Donald Winnicott e a afirmação do valor ético e estético da existência humana, numa perspectiva pós-metafísica.

 

FRANK, C. O. ; BACKES, Luciana. O Desenvolvimento da Autonomia por meio de Tecnologias Digitais Virtuais. Competência – Revista da Educação Superior do Senac-RS, v. 8, p. 23-39, 2015.

Resumo: O presente artigo consiste na análise realizada a partir da utilização de tecnologias digitais virtuais (TDVs) no ensino de língua espanhola (LE) na educação de jovens e adultos (EJA), em uma escola municipal de Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Esse estudo objetivou verificar a possibilidade de desenvolver a autonomia dos alunos através de atividades cooperativas realizadas por meio das TDVs, do Facebook e do edublog, na perspectiva do hibridismo tecnológico digital. Para tanto a pesquisa de natureza qualitativa se desenvolveu por meio da metodologia de estudo de caso. As atividades propostas na pesquisa promoveram o desenvolvimento da autonomia dos alunos, potencializando os processos de interação para a construção do conhecimento na reflexão conjunta. Portanto, instigar o uso cotidiano e contextualizado das TDVs e de materiais de circulação extra-escola contribuiu para que fosse percebida a importância em aprender uma nova língua e para a percepção do uso da língua no seu cotidiano.

 

BACKES, Luciana. O HIBRIDISMO TECNOLÓGICO DIGITAL NA CONFIGURAÇÃO DO ESPAÇO DIGITAL VIRTUAL DE CONVIVÊNCIA: FORMAÇÃO DO EDUCADOR. Inter-ação (UFG. Impresso), v. 40, p. 435-457, 2015.

Resumo: O artigo aborda a formação do educador por meio das tecnologias digitais emergentes. A pesquisa contempla dois aspectos: contexto do hibridismo tecnológico digital; configuração dos espaços digitais virtuais de convivência. A reflexão ocorreu nos cursos de formação inicial do educador, desenvolvidos no Brasil e na França, no contexto do hibridismo tecnológico digital composto por: Ambiente Virtual de Aprendizagem; Comunicador Instantâneo; Blog e Metaverso. Por meio da metodologia de Estudo de Caso, evidenciamos que o espaço digital virtual de convivência se configura quando: os seres humanos representam a sua percepção em espaços digitais virtuais; a partir da representação de cada ser humano se instaura a perturbação, pois o outro é legítimo; há a necessidade de compensar a perturbação configurando um espaço comum, numa perspectiva de coexistência e de emergência.

 

SCHLEMMER, Eliane ; MORETTI, Gaia ; BACKES, Luciana. Spazi di convivenza ibrida e multimodale: ipotesi e sfide per l’apprendimento. Qwerty – Open and Interdisciplinary Journal of Technology, Culture and Education, v. 10, p. 78-91, 2015.

Abstract: Starting from problematizing the concept of (digital) culture, this paper discusses how its various defi nitions conform to an essentially binary and dichotomist way of thinking, highlighted by polarized perspectives that offer little possibility to comprehend a hybrid and ubiquitous digital culture. This paper proposes guidelines that consider culture as mediational tool for and through digital technology, highlighting how the processes of sense-making could trigger shifts from digital to analogic and vice-versa. The theories here presented outline a cultural perspective encompassing hybridity, multimodality, and ubiquity, considering the relationship Actor-Network. Within this framework, the technology-concept of ECHIM – electronic space for hybrid and multimodal sharing – is presented. This paper offers a contribution to scientifi c discussion and to the development of a training tool.

 

REIS, J. M. ; TAMAGNO, V. ; BACKES, Luciana. O ensino de Biblioteconomia no Brasil: Lei 12.444/2010 e a oferta de cursos na modalidade EAD. Biblos (Rio Grande), v. 29, p. 58-76, 2015.

Resumo: Este trabalho investiga a oferta de cursos de bacharelado em Biblioteconomia no Brasil nas modalidades presencial e a distância. Dispõe sobre a profissão de bibliotecário e história das escolas de biblioteconomia brasileiras. Apresenta um levantamento das instituições de brasileiras de nível superior, que oferecem o curso de graduação em Biblioteconomia, e sua distribuição geográfica. Expõe a Lei 12.444 de 2010 e a necessidade de crescimento dos profissionais bibliotecários para suprir a demanda da lei até 2020. Conclui que são necessários maiores esforços por parte das instituições de nível superior para que ocorra aumento da oferta de cursos de Biblioteconomia no País.

 

CUOGO, F. C. ; FRANK, C. O. ; BACKES, Luciana. A Pós-modernidade: o cotidiano no tribalismo urbano em espaços híbridos. Revista Cocar (UEPA), v. 9, p. 113-130, 2015.

Resumo: Este artigo tem como objetivo discutir sobre o tribalismo na pós-modernidade, abordando suas características na perspectiva de Maffesoli. A construção dessa discussão considerou a dinâmica que as tecnologias digitais virtuais (TDVs) potencializam na formação das tribos por meio do fenômeno social ocorrido no Brasil, em 2013 – as manifestações e os protestos de rua. A partir de considerações empíricas dos eventos ocorridos em 2013, evidenciou-se que, nesse caso, o uso das TDVs não está relacionado ao pré-conceito do isolamento do indivíduo – no que diz respeito ao convívio social. O tribalismo urbano presente nas manifestações populares foi potencializado pelo uso das TDVs, por meio das redes sociais. O ponto de encontro das tribos através das mídias sociais (Facebook, Twitter, Tumblr etc) não ficou limitado a esses espaços digitais virtuais, mas, pelo contrário, fundiu-se com espaços geograficamente localizados e expressou a porosidade das fronteiras nas relações.

 

BACKES, Luciana; SCHLEMMER, Eliane . O Processo de Aprendizagem em Metaverso: Formação para emancipação digital. Desenvolve – Revista de Gestão do Unilasalle, v. 3, p. 47-64, 2014.
Resumo: Este artigo discute algumas tensões que emergem na formação relacionadas aos processos de ensinar e de aprender com o uso de tecnologias digitais (TD), entre elas o metaverso. Abordaremos conhecimentos construídos por meio dos projetos de pesquisa, dissertações e teses desenvolvidas no Grupo de Pesquisa Educação Digital Unisinos/CNPq. Assim, apresentamos a compreensão sobre o imbricamento das aprendizagens técnico-didático-pedagógica, para a construção de práticas e de mediação pedagógicas que utilizem esta tecnologia na sua potencialidade. Isto quer dizer que precisamos desenvolver, necessariamente, a fluência técnico-didático-pedagógica do professor, a fim de contribuir para sua emancipação digital.

 

BACKES, Luciana . Espaço de Convivência Digital Virtual (ECODI): O acoplamento estrutural no processo de interação. ETD. Educação Temática Digital, v. 15, p. 337-355, 2013.

Resumo: A formação do professor ocorre no fluxo de interações entre os seres humanos em congruência com o meio (constituído no ECODI). Assim, no processo de ensino-aprendizagem consideramos: a ontogenia dos seres humanos, a dinâmica de relações nos sistemas sociais, a congruência entre seres humanos e tecnologias digitais (TD), a prática pedagógica utilizada na docência e a mediação pedagógica estabelecida no processo. Na formação, os professores representam sua percepção (por meio de relações de aceitação, legitimação e respeito mútuo) instauram as perturbações nos sistemas sociais autopoiéticos, compensam as perturbações em congruência com o meio e estabelecem diferentes acoplamentos estruturais. A reflexão da problemática ocorreu no decorrer de cursos de formação inicial do professor, no contexto do ECODI – hibridismo tecnológico digital composto pelas TD: Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA); Comunicador Instantâneo; Blog e Metaverso. Os dados empíricos, utilizados para refletir sobre os domínios de acoplamento estrutural, resultaram do processo de interação dos cursos de formação inicial, desenvolvidos no Brasil e na França, e foram submetidos a metodologia de análise de conteúdo. A análise dos dados possibilitou identificar, nos cursos desenvolvidos no contexto do hibridismo tecnológico digital, acoplamentos estruturais de três domínios: acoplamento estrutural, acoplamento estrutural tecnológico e acoplamento estrutural de natureza digital virtual. Neste contexto, foi possível ampliar as reflexões sobre as práticas pedagógicas desenvolvidas no Ensino Superior, por meio de TD; identificar a ação docente que se estabelece na mediação pedagógica; e a proposição de cursos que possam representar uma inovação no processo de ensino-aprendizagem.

 

BACKES, Luciana ; SCHLEMMER, Eliane . Práticas pedagógicas na perspectiva do hibridismo tecnológico digital. Revista Diálogo Educacional (PUCPR), v. 13, p. 243-266, 2013.

Resumo: A formação do professor ocorre no fluxo de interações entre os seres humanos em congruência com o meio (constituído no ECODI). Assim, no processo de ensino-aprendizagem consideramos: a ontogenia dos seres humanos, a dinâmica de relações nos sistemas sociais, a congruência entre seres humanos e tecnologias digitais (TD), a prática pedagógica utilizada na docência e a mediação pedagógica estabelecida no processo. Na formação, os professores representam sua percepção (por meio de relações de aceitação, legitimação e respeito mútuo) instauram as perturbações nos sistemas sociais autopoiéticos, compensam as perturbações em congruência com o meio e estabelecem diferentes acoplamentos estruturais. A reflexão da problemática ocorreu no decorrer de cursos de formação inicial do professor, no contexto do ECODI – hibridismo tecnológico digital composto pelas TD: Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA); Comunicador Instantâneo; Blog e Metaverso. Os dados empíricos, utilizados para refletir sobre os domínios de acoplamento estrutural, resultaram do processo de interação dos cursos de formação inicial, desenvolvidos no Brasil e na França, e foram submetidos a metodologia de análise de conteúdo. A análise dos dados possibilitou identificar, nos cursos desenvolvidos no contexto do hibridismo tecnológico digital, acoplamentos estruturais de três domínios: acoplamento estrutural, acoplamento estrutural tecnológico e acoplamento estrutural de natureza digital virtual. Neste contexto, foi possível ampliar as reflexões sobre as práticas pedagógicas desenvolvidas no Ensino Superior, por meio de TD; identificar a ação docente que se estabelece na mediação pedagógica; e a proposição de cursos que possam representar uma inovação no processo de ensino-aprendizagem.

 

FRANK, C. O. ; CUOGO, Francisco Coelho; BACKES, Luciana. A prática pedagógica na construção de comunidades virtuais de aprendizagem e os processos de interação entre seus participantes. Revista de Educação, Ciência e Cultura, v. 18, p. 11-21, 2013.

MANTOVANI, A. M.; BACKES, Luciana; SANTOS, B. S. . Formação do Educador no Contexto da Cibercultura: Possibilidades pedagógicas em metaversos (mundos digitais virtuais em 3 dimensões ? MDV3D). Contrapontos (Online), v. 12, p. 77-86, 2012.

Resumo: Este artigo apresenta uma refl exão a respeito das possibilidades didático-pedagógicas em metaversos (Mundos Digitais Virtuais em 3D – MDV3D), destacando as contribuições de tais tecnologias para a formação do educador no contexto da cibercultura. A partir de uma pesquisa, caracterizada como um estudo de caso, que investiga o potencial pedagógico dos MDV3D na formação dos educadores em cursos de licenciaturas em Computação, Física e Pedagogia, apresenta-se um recorte da experiência pedagógica desenvolvida no metaverso (MDV3D) Second Life (SL). Para tanto, são analisadas e discutidas situações de aprendizagem emergentes das interações no processo de formação nesse metaverso, sendo possível evidenciar o potencial de interação e imersão dos participantes nessas tecnologias, bem como suas implicações nos processos de ensinar e aprender, sinalizando um novo caminho para a efetivação de práticas pedagógicas inovadoras.

 

BACKES, Luciana. As manifestações da autoria na formação do educador em espaços digitais virtuais. Revista de Educação, Ciência e Cultura, v. 17, p. 71-85, 2012.

Resumo: Este artigo apresenta reflexões decorrentes de processos de formação do educador desenvolvidos por meio da construção de Mundos Digitais Virtuais em 3D (MDV3D) e apoiados pelo Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA-UNISINOS), cujo objetivo consistiu em investigar o processo de autoria. A fundamenta- ção teórica da Biologia do Conhecer contribuiu na compreensão do ser vivo (ser humano) enquanto autor do viver e conviver, articulada ao pensamento de Maraschin; do viver e do conviver configurados num espaço digital virtual de convivência; e das diferentes manifestações de autoria. O desenvolvimento desse estudo possibilitou o viver e o conviver dos educadores em formação numa rede de interações, ao configurar um espaço digital virtual de convivência, onde foi possível evidenciar três manifestações da autoria: pré-autoria, autoria transformadora e autoria criadora.

 

CUNHA, A. L. M. ; BACKES, Luciana. O que o professor Google não ensina aos alunos adolecentes e o que nós, educadores, precisamos aprender. Colabor@ (Curitiba), v. 7, p. 1-8, 2012.

Resumo: Este artigo propõe uma reflexão sobre o uso da internet na escola pelos alunos adolescentes diante das inúmeras possibilidades oferecidas pelas tecnologias de informação e comunicação (TICs) e, consequentemente, a avalanche de informações que os sites de busca como o Google despejam em nossas telas a cada clique. Assim, faz-se necessário que os professores estejam conectados e capacitados para mediar os alunos adolescentes como usuários conscientes e críticos. No entanto, percebe-se, entre os educadores, resistência à inserção das TICs na prática pedagógica, permanecendo na perspectiva da educação tradicional, que prioriza o instrucionismo. Considerando que a presença da internet no cotidiano da escola e de seus sujeitos é um fenômeno irreversível, o que se propõe é um diálogo entre a educação e as TICs, reconfigurando a relação professor-aluno de uma estrutura vertical e hierarquizada para um ambiente interativo e pautado pelo compartilhamento de saberes. Discutiremos a importância das TICs para a Educação, pois mais do que recursos pedagógicos que precisam ser melhores compreendidos, as TICs são mediadoras da comunicação entre professores e alunos em um contexto de transformação das relações sociais.

 

MANTOVANI, A. M., BACKES, Luciana, SANTOS, B. S. Formação do Educador no Contexto da Cibercultura: Possibilidades pedagógicas em metaversos (mundos digitais virtuais em 3 dimensões – MDV3D). Contrapontos (Online). , v.12, p.77- 86, 2012.

Resumo: Este artigo apresenta uma reflexão a respeito das possibilidades didático-pedagógicas em metaversos (Mundos Digitais Virtuais em 3D – MDV3D), destacando as contribuições de tais tecnologias para a formação do educador no contexto da cibercultura. A partir de uma pesquisa, caracterizada em um estudo de caso, que investiga o potencial pedagógico dos MDV3D na formação dos educadores em cursos de licenciaturas em Computação, Física e Pedagogia, apresenta-se um recorte da experiência pedagógica desenvolvida no metaverso (MDV3D) Second Life (SL). Para tanto, são analisadas e discutidas situações de aprendizagem emergentes das interações no processo de formação nesse metaverso, sendo possível evidenciar o potencial de interação e imersão dos participantes nessas tecnologias, bem como suas implicações nos processos de ensinar e aprender, sinalizando um novo caminho para a efetivação de práticas pedagógicas inovadoras.

 

BACKES, Luciana, SCHLEMMER, Eliane. O Currículo em Ação no Processo Formativo de Educadores-Pesquisadores em MDV3D.Revista e-Curriculum (PUCSP). , v.7, p.1 – 27, 2011.

Resumo: Este artigo discute o currículo em ação nos processos de ensinar e de aprender, vivenciados numa leitura dirigida (LD) ofertada no Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade do Vale do Rio dos Sinos – UNISINOS, bem como os conhecimentos construídos ao longo da atividade, desenvolvida a partir desse currículo. A LD “Conhecer é viver; viver é conhecer: estudos sobre a teoria de Humberto Maturana” foi proposta para atender aos educadores-pesquisadores em processo de formação que desejavam melhor compreender os estudos de Maturana e a sua contribuição para a área da Educação, sobretudo, o entendimento do que são e o funcionamento das máquinas autopoiéticas e máquinas alopoiéticas, bem como o acoplamento estrutural que ocorre entre elas, tendo como ambiente de exploração e de interação o metaverso (MDV3D) Second Life. Os processos de interação realizados no viver e conviver, resultaram em análises estruturadas pelas estudantes (educadoras-pesquisadoras em formação) e pela educadora-pesquisadora do PPG em Educação – responsável pela LD, no sentido de dar significado ao aforismo de Maturana e Varela (2002) “Fazer surgir um mundo”, por meio da proposta curricular, desenvolvida na LD.

 

CUNHA, Maria Isabel da, PALMA, G., BACKES, Luciana, PEDROSO, M. B., ZAT, A. D. O. Saberes Docentes e Inclusão – Um estudo sobre a construção de saberes na prática profissional. Percursos (UDESC) (Cessou em 2004. Cont. ISSN 1984-7246 PerCursos (Florianópolis. Online)). , v.12, p.48 – 61, 2011.

Resumo: As demandas atuais estão exigindo dos professores a construção de saberes não experienciados culturalmente por eles em suas trajetórias escolarizadas. Esses saberes exigem mobilizações teórico-práticas inusitadas, mesmo que compreendidas como necessárias. É o caso dos desafios propostos pelas políticas de inclusão, que postulam a presença de todas as crianças e adolescentes na escola comum, ainda que apresentem necessidades especiais. Como os professores vêm enfrentando esse desafio? Como constroem os saberes profissionais para responder ao proposto? Qual é o papel da escola e sua cultura no sucesso dessa política? Essas questões mobilizaram este estudo, focado numa escola pública de séries inicias, em um município do sul do Brasil. Foram usados os princípios da pesquisa qualitativa no diálogo com as professoras. Os resultados indicam que os desafios da prática são produtores de novos saberes, mas que só se constituem com bases teóricas num ambiente escolar que estimula o estudo e a existência de um projeto pedagógico escolar também inclusivo.

 

BACKES, Luciana. A cultura emergente na convivência em MDV3D. Conjectura: Filosofia e Educação (UCS). , v.15, p.99 – 117, 2010.

Resumo: O desenvolvimento das TDVs possibilita a ampliação dos espaços de relação e interação entre os seres humanos, modificando, assim, a forma de viver e conviver em espaços digitais virtuais, fazendo emergir outra cultura. A cultura emergente é construída por homens e mulheres que configuram o pensar, as ações e reflexões das novas gerações. Nesse sentido, a educação tem como comprometimento qualificar o processo de reflexão, a fim de que as novas gerações tenham consciência sobre o seu pensar e o seu agir, nos espaços digitais virtuais. O MDV3D é uma das TDVs mais significativas para propiciar os processos de interação e relação na construção do conhecimento, potencializando o ensinar e o aprender. O viver e o conviver implicam o fato de seres humanos estarem em congruência com o meio; neste sentido, é fundamental compreender as possibilidades e limitações do MDV3D para a construção da cultura emergente.

 

BACKES, Luciana; SCHLEMMER, Eliane ; RÉGNIER, N. M. A. . Construção de MDV3D: A cultura emergente na convivência digital virtual de educadores em formação. Diálogo (Canoas), v. 1, p. 47-68, 2009.

 

SCHLEMMER, Eliane, BACKES, Luciana. Metaversos: Novos espaços para construção do conhecimento. Revista Diálogo Educacional (PUCPR. Impresso). , v.8, p.519 – 532, 2008.

Resumo: Este artigo articula os conhecimentos construídos nas pesquisas desenvolvidas por Schlemmer (1998, 2002, 2004, 2005, 2006, 2007) e pelo Grupo de Pesquisa Educação Digital – GP e-du UNISINOS/CNPq, principalmente no que se refere aos projetos “A construção de mundos virtuais para formação a distância” e “Formação do Educador na Interação com o AVA em Mundos Virtuais: Percepções e representações” e “Espaço de Convivência Digital Virtual – ECODI”. Assim, tem o intuito de teorizar e discutir sobre as relações e interações realizadas em metaversos, para a construção do conhecimento de práticas educacionais. Para tanto, os dados coletados são sistematizados num texto conceitual de termos emergentes das pesquisas e fundamentadas nas teorias de Castells (1999), Piaget & Inhelder (1993), Maturana e Varela (2002) e Lévy (1999) com reflexões sobre o viver e conviver dos “cidadãos” que habitam os metaversos. Esta sistematização contribui para a construção de práticas pedagógicas numa perspectiva interacionista/construtivista/sistêmica, bem como para a compreensão das novas formas de pensar e construir o conhecimento por meio das tecnologias digitais virtuais (TDVs), principalmente os metaversos.

 

SCHLEMMER, Eliane ; BACKES, Luciana. O aprender e o ensinar na formação do educador em mundos virtuais. Educere et Educare, v. 2, p. 129-140, 2008.

Resumo: O artigo se insere nos estudos do Grupo de Pesquisa: Educação Digital – UNISINOS/CNPq – e discute a formação do educador na construção de mundos virtuais. O estudo se efetiva na realização das Atividades Complementares: Aprendizagem em Mundos Virtuais e Prática Pedagógica em Mundos Virtuais. O objetivo das atividades consistiu na compreensão do processo de ensino e de aprendizagem ocorridos e da identificação das potencialidades dessa tecnologia para a educação. A metodologia da prática pedagógica consistiu em Projetos de Aprendizagem baseados em problemas. A metodologia possibilitou o levantamento dos dados nos registros realizados no Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) e no Mundo Virtual, para a articulação com o referencial interacionista/construtivista/ sistêmico. O processo formativo agregou a tecnologia de Mundos Virtuais aliada à constituição de Comunidades Virtuais de Aprendizagem (CVAs) – no AVA – o que propiciou a evidência da importância do viver/conviver do Educador na construção do mundo virtual, promovendo a auto-reflexão sobre o aprender e ensinar. Na convivência, desencadeou a construção da autonomia no Educador, para que o mesmo se configurasse como autor da sua construção no mundo virtual e problematizador das questões educacionais na CVA.

 

BACKES, Luciana; SCHLEMMER, Eliane . Processo de Interação na Formação de Educadores para Construção do Mundo Virtual. Revista de Ciências Humanas (Frederico Westphalen. Impresso), v. 8, p. 29-50, 2007.

RESUMO: A investigação se insere no contexto do Grupo de Pesquisa: Educação Digital – GP e-du UNISINOS/CNPq e se refere a Dissertação “Mundos Virtuais na Formação do Educador: uma investigação sobre os processos de autonomia e de autoria”. A dissertação apresenta uma proposta de formação do educador, utilizando a construção de um mundo virtual em 3D, no software Eduverse (versão educacional do Active World). Este artigo aborda as temáticas: processo de construção do mundo virtual; aprendizagens dos educadores em formação; telepresença via avatar e processo de interação na construção da Vila Aprendizagem em Mundos Virtuais, apoiada pelo Ambiente Virtual de Aprendizagem AVA-UNISINOS. A metodologia de pesquisa consiste em Estudo de Caso, estruturado nas Atividades Complementares – ofertas que compõem o currículo dos cursos de licenciatura e Pedagogia da Universidade do Vale do Rio dos Sinos – UNISINOS. As evidências mostram que o processo de construção num mundo virtual amplia a autonomia e desenvolve a autoria. As aprendizagens dos educadores em formação possibilitaram a familiarização com as Tecnologias Digitais (TDs) e a identifica- ção da importância nas práticas pedagógicas. A telepresença, via avatar, no mundo virtual contribuiu para efetivar os processos de interação e de presencialidade virtual, ponto crítico na Educação a Distância.

 

BACKES, Luciana; MENEGOTTO, Daniela Brun ; SCHLEMMER, Eliane . Ambientes Virtuais de Aprendizagem: Formação de Comunidades Virtuais. Revista Filosofia Capital, v. 2, p. 10-23, 2007.

Resumo: Este artigo consiste da análise realizada na utilização do TelEduc para a constituição de comunidades virtuais, tendo por base a observação de disciplinas de diferentes cursos de uma universidade. Inicialmente serão abordadas as compreensões de comunidade e a conceituação de comunidade virtual estabelecendo relação entre ambas. Posteriormente, será feita uma apresentação do TelEduc, seguido dos distanciamentos e das aproximações que possam ser estabelecidas com as comunidades virtuais. Então, por meio das análises das observações, serão apontados os distanciamentos e as aproximações para uma prática pedagógica em comunidades virtuais. Finalmente, poderá se chegar a algumas conclusões sobre a possibilidade ou não de construção de comunidades virtuais no Ambiente Virtual de Aprendizagem, o TelEduc.

 

BACKES, Luciana; MENEGOTTO, Daniela Brun ; SCHLEMMER, Eliane . Ambiente virtual de aprendizagem: formação de comunidades virtuais?. Colabor@ (Curitiba), v. 3, n.11, p. 11, 2006.

 

MENEGOTTO, Daniela Brun; BACKES, Luciana; SCHLEMMER, Eliane . Uma nova forma de pensamento na utilização e na construção de mundos virtuais para uma educação on line autônoma e cooperativa. UNIrevista (UNISINOS), v. 1, p. 1-10, 2006.

 

BACKES, Luciana; MENEGOTTO, Daniela Brun; SCHLEMMER, Eliane; CANDATEN, Fernanda Borguezan. As relações dialéticas numa Comunidade Virtual de Aprendizagem. UNIrevista (UNISINOS), v. 1, p. 1-12, 2006.

 


 

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M LIVROS

 

CUNHA, A. L. M. ; BACKES, Luciana . Tecnologia da informação e comunicação, comunicação e educação: encontro possível!. In: Gilberto Ferreira da Silva; Evaldo Luis Pauly. (Org.). Formação, gestão e linguagem: múltiplas perspectivas na pesquisas em educação. 1ed.Canoas: Editora Unilasalle, 2016, v. 1, p. 245-265.

 

SCHLEMMER, Eliane; BACKES, Luciana. Learning in Metaverses: Co-existing in Real Virtuality. 1. ed. Hershey: IGI Global, 2015. v. 1. 356p.

 

SCHLEMMER, Eliane, MALIZIA, Pierfranco, BACKES, Luciana, MORETTI, Gaia. Experiências brasileiras e italianas. In: Comunidades de aprendizagem e de prática em metaverso.1 ed.São Paulo : Cortez, 2012, v.1, p. 203-214.

 

BACKES, Luciana. Metodologias, práticas e mediação pedagógica em metaverso. In: Comunidades de aprendizagem e de prática em
metaverso.1 ed.São Paulo : Editora Cortez, 2012, v.1, p. 179-202.

 

BACKES, Luciana. A Construção de MDV3D: desenvolvimento da autonomia e da autoria na formação docente. In: Trabalho
colaborativo/cooperativo em educação: uma possibilidade para ensinar e aprender.1 ed.Brasilia : Liber Livro Editora Ltda., 2009, v.1, p. 209-224.

 

BACKES, Luciana. Universo Virtual – o aprender e o ensinar com tecnologia digital virtual In: A Educação na Sociedade dos Meios Virtuais.1 ed.Santa Maria : Centro Universitário Franciscano, 2009, v.1, p. 25-37.